quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Promessa de ano novo
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Banda da Carregueira recupera instrumentos penhorados e leiloados
Foi uma grande tempestade que enfrentámos mas conseguimos aguentar o barco". As palavras saem embargadas pela comoção. Quem assim fala é Anabela da Luísa, 50 anos, actual presidente de uma comissão administrativa que actualmente gere a Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio Carregueirense "Victória", na Carregueira, concelho da Chamusca.
A tocar na banda desde os 10 anos de idade, Anabela da Luísa começou por tocar clarinete e desde 1985 saxofone. Foi aí que conheceu o seu marido, Armindo, que toca trompete. Os três filhos também tocam na casa. Por isso, não é exagero dizer que, no Verão de 2010, viveu um dos momentos mais dolorosos da sua vida quando alguns instrumentos foram penhorados, tal como todo o recheio da sede, na sequência do processo de insolvência da AVUCA - Associação para o Desenvolvimento Sócio-Cultural e Desportivo Victória Unidos que, entre 1998 e 2010 agregou algumas colectividades da freguesia tais como a Sociedade Filarmónica Victória, a Sociedade Musical Os Unidos, Rancho Folclórico Os Camponeses e a Associação de Jovens Nova Era.
Problemas relacionados com a má gestão de uma empresa de inserção profissional formada no seu seio (não conseguiram assegurar a criação de um posto de trabalho ao fim de sete anos de exercício) levaram a que o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) lhes exigisse a devolução de mais de 300 mil euros, explica José Lopes, que era presidente da AVUCA e agora é presidente da assembleia da comissão administrativa da banda.
Como a associação não tinha património nem meios para pagar, foi-lhe decretada insolvência em Agosto de 2010. Seguiu-se a venda de todo o recheio da sede da AVUCA (instrumentos musicais de percussão, mobiliário, computadores, balcões frigoríficos, aparelhagens, cadeiras, entre outros objectos), edifício que ficou a salvo porque foi comprado em 2004 pela banda, aquisição facilitada pela Câmara Municipal da Chamusca. Os instrumentos foram penhorados porque a Filarmónica não tinha elementos que justificassem que estes lhes pertenciam.
Confrontados com a situação, os elementos da banda, actualmente composta por 40 músicos dos 7 aos 57 anos (todos voluntários), decidiram, após um ensaio, que a Filarmónica era para continuar pelo que não tinham outra saída senão recuperar os instrumentos. José Lopes conseguiu convencer o administrador da insolvência no sentido dos instrumentos nunca saírem do local onde estavam.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Menino de três anos atacado por cão boxer em Rio de Moinhos
Criança estava a passar na rua e ficou ferida com gravidade. Teve alta após uma semana internado no Hospital de Dona Estefânia. Caso está no Ministério Público.
Aquele que era mais um dia normal de férias na casa dos avós maternos, em Rio de Moinhos, Abrantes acabou por ser quase fatídico para o pequeno André Mendes, de três anos de idade que foi atacado na cabeça por um cão de raça boxer. Foi no feriado, 15 de Agosto, cerca das 22h30, que tudo aconteceu. O menino encontrava-se na rua, junto à Fonte das duas bicas, acompanhado por duas amigas, de 11 e 12 anos, e dirigia-se para casa dos avós quando um cão de raça boxer, pertencente a um morador nas proximidades, o atacou inesperadamente.
Pouco tempo antes de atacar a criança, o cão foi visto a passar em cima de uma carrinha de caixa aberta conduzida pelo dono. “Andava por ali solto, passou pelas três crianças, foi farejar uma cadelinha que andava a passear e depois, sem explicação, virou-se ao meu neto cuja reacção foi baixar a cabeça”, relata a O MIRANTE, o avô materno. Para além de ferimentos na testa e face, a criança viu a orelha esquerda quase a ser arrancada. Valeu-lhe a ajuda de duas pessoas que estavam ali por perto e que conseguiram que o cão largasse o menino para que não prejudicasse mais o pequeno uma vez que os dentes estavam cerrados na sua carne. As meninas também pontapearam o cão na esperança que largasse o mais pequeno.
Aquele que era mais um dia normal de férias na casa dos avós maternos, em Rio de Moinhos, Abrantes acabou por ser quase fatídico para o pequeno André Mendes, de três anos de idade que foi atacado na cabeça por um cão de raça boxer. Foi no feriado, 15 de Agosto, cerca das 22h30, que tudo aconteceu. O menino encontrava-se na rua, junto à Fonte das duas bicas, acompanhado por duas amigas, de 11 e 12 anos, e dirigia-se para casa dos avós quando um cão de raça boxer, pertencente a um morador nas proximidades, o atacou inesperadamente.
Pouco tempo antes de atacar a criança, o cão foi visto a passar em cima de uma carrinha de caixa aberta conduzida pelo dono. “Andava por ali solto, passou pelas três crianças, foi farejar uma cadelinha que andava a passear e depois, sem explicação, virou-se ao meu neto cuja reacção foi baixar a cabeça”, relata a O MIRANTE, o avô materno. Para além de ferimentos na testa e face, a criança viu a orelha esquerda quase a ser arrancada. Valeu-lhe a ajuda de duas pessoas que estavam ali por perto e que conseguiram que o cão largasse o menino para que não prejudicasse mais o pequeno uma vez que os dentes estavam cerrados na sua carne. As meninas também pontapearam o cão na esperança que largasse o mais pequeno.
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