terça-feira, 15 de junho de 2010

Noivos de Abrantes foram de autocarro para o casamento




Sílvia e Pedro conheceram-se num autocarro e foi este meio de transporte, cedido pela Rodoviária do Tejo, que os levou até ao local onde casaram pelo civil.


Conheceram-se na carreira urbana 4702, que faz a ligação entre o Hospital e Alfarrede Velha, e foi neste autocarro da Rodoviária do Tejo que foram conduzidos até ao casamento civil que se realizou na Quinta das Sentieiras, nos arredores de Abrantes. Pedro de Jesus e Sílvia Fernandes tiveram um enlace muito original que chamou a atenção de todos os que passaram no centro histórico de Abrantes, na manhã de sábado, 22 de Maio.

O autocarro, com cerca de 16 anos e emprestado para esta especial ocasião pela Rodoviária do Tejo, chegou pelas 11 horas e estacionou, com autorização da autarquia e supervisão da PSP de Abrantes, na calçada onde ficou estacionado cerca de duas horas e meia até que a noivos saíram, de braço dado e sorriso de orelha a orelha, da residencial onde se vestiram e receberam os cerca de trinta convidados. Foi o próprio noivo que o enfeitou os pára-brisas do autocarro com dois enormes laços brancos.

(Ler a reportagem completa aqui)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Música andou à solta no Jardim Horto de Camões




A actuação do quarteto de Saxofones da Escola de Música da “Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro” foi um dos momentos culturais que assinalou o 20º aniversário do Jardim-Horto de Camões, na tarde de quarta-feira, 21 de Abril. A chuva ameaçava cair e o pouco público escasseava. O que de modo algum desvirtuou a motivação de Ana Rita Monteiro, Ana Carolina Dias, Ana Isabel Justino e Paulo Gaspar que, acompanhados pelo maestro José Rodrigues, acederam posar para O MIRANTE minutos antes de se sentarem em cadeiras azuis dispostas no Coreto que está integrado no chamado “Jardim de Macau”.
Vestidos de preto, ao longo de 35 minutos interpretaram temas e arranjos musicais de compositores como Antonio Vivaldi, Alan Crisp, Alphie Pugh e Chip Distefano. Todos fazem parte do currículo do actual ano lectivo da classe de Saxofones e foram escolhidos para a ocasião.

(Texto integral aqui)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

22.º Encontro de caminheiros do CALMA com participantes espanhóis





Grupo de Espanha participou na iniciativa que colocou 360 pessoas a caminhar na freguesia de Asseiceira, Tomar.


Apesar da chuva, cerca de 350 pessoas fizeram-se ao caminho na manhã do último domingo, 18 de Fevereiro, na freguesia de Asseiceira, Tomar. Este ano, um grupo marcava a diferença. Eram 40 e vieram de Béjar e Ávila, Salamanca, Espanha para participar no 22.º Encontro Nacional de Caminheiros organizado pelo CALMA – Clube de Actividades de Lazer e Manutenção de Tomar, acrescentando-se, por isso, o epíteto 1.º Ibérico no cartaz que divulgou a iniciativa.

Os caminheiros partiram já depois das 10 horas da manhã, junto do Salão Paroquial da Linhaceira, fazendo um percurso de cerca de 12 quilómetros, junto à Foz do Rio, local onde o Rio Nabão desagua no Rio Zêzere. Pelo caminho, iam recebendo apoio da organização que lhes perguntava se alguém queria desistir. Poucos aceitaram a ajuda. Mesmo com a chuva que caia e os obrigava a um esforço extra de terem que caminhar carregando os chapéu-de-chuva.






Partidas divertem caminheiros


Diversão foi o ingrediente chave da edição este ano que foi apimentada por algumas partidas protagonizadas pelos actores da Oficina de Teatro da Canto Firme de Tomar. Os caminheiros foram surpreendidos, por exemplo, por “dois ciganos” que vendiam ceroulas ao preço da chuva. As reacções foram diversas. Alguns paravam, trocavam graçolas e até tiravam fotografias. Outros, convencidos que de verdadeiros vendedores ambulantes se tratavam, aceleravam o passo. Mais à frente encontraram uns trabalhadores da junta que, por causa das obras, não os deixavam passar por ali e noutro ponto da caminhada, após uma grande subida, eram aconselhados por “especialistas equipados a rigor”, a suster a respiração por causa da nuvem de cinzas vulcânicas. O que não dava jeito nenhum a vinha literalmente com “os bofes de fora”.

(Ler reportagem integral aqui)